Vendas do varejo em São Paulo têm alta de 9,9% em janeiro
O faturamento do comércio varejista do estado de São Paulo atingiu, em janeiro, R$ 116,7 bilhões, 9,9% acima do apurado no mesmo mês de 2024. Essa é a maior cifra do setor para janeiro desde 2008. Notícias relacionadas:Setor de comércio e serviços de SP criou 357 mil empregos em 2024.Integração entre lojas físicas e digitais é aposta de futuro do varejo.Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV), elaborada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) em parceria com a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP). Segundo a FecomercioSP, o bom desempenho do comércio no início do ano é reflexo do mercado de trabalho aquecido, que aumenta o contingente de pessoas com capacidade de consumir. “Em uma conjuntura macroeconômica marcada por inflação acima do teto da meta e juros elevados, a expectativa da entidade é de desaceleração a partir do segundo trimestre”, destacou a entidade, em nota. Segmentos Os principais aumentos de faturamento ocorreram nas seguintes atividades: Lojas de vestuário, tecidos e calçados (13,4%) Autopeças e acessórios (13,3%) Farmácias e perfumarias (12,1%) Concessionárias de veículos (10,5%) Supermercados (9,7%) Lojas de eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos (8,1%) Materiais de construção (5,1%)

O faturamento do comércio varejista do estado de São Paulo atingiu, em janeiro, R$ 116,7 bilhões, 9,9% acima do apurado no mesmo mês de 2024.
Essa é a maior cifra do setor para janeiro desde 2008.
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Segundo a FecomercioSP, o bom desempenho do comércio no início do ano é reflexo do mercado de trabalho aquecido, que aumenta o contingente de pessoas com capacidade de consumir.
“Em uma conjuntura macroeconômica marcada por inflação acima do teto da meta e juros elevados, a expectativa da entidade é de desaceleração a partir do segundo trimestre”, destacou a entidade, em nota.
Segmentos
Os principais aumentos de faturamento ocorreram nas seguintes atividades:
- Lojas de vestuário, tecidos e calçados (13,4%)
- Autopeças e acessórios (13,3%)
- Farmácias e perfumarias (12,1%)
- Concessionárias de veículos (10,5%)
- Supermercados (9,7%)
- Lojas de eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos (8,1%)
- Materiais de construção (5,1%)
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