Meta diz que grupo hacker iraniano mirou contas de WhatsApp de auxiliares de Trump e Biden

A Meta bloqueou as contas após os usuários reportarem a atividade como suspeita e afirmou que não havia evidências sugerindo que as contas de WhatsApp visadas tivessem sido comprometidas Este conteúdo foi originalmente publicado em Meta diz que grupo hacker iraniano mirou contas de WhatsApp de auxiliares de Trump e Biden no site CNN Brasil.

Aug 24, 2024 - 13:10
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Meta diz que grupo hacker iraniano mirou contas de WhatsApp de auxiliares de Trump e Biden

A Meta informou nesta sexta-feira (24) que identificou possíveis tentativas de atividade hacker nas contas do WhatsApp de autoridades norte-americanas dos governos do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e do ex-presidente Donald Trump, culpando o mesmo grupo iraniano de hackers revelado no início deste mês por ter comprometido a campanha de Trump.

Em uma publicação em blog, a controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp descreveu a tentativa como um “pequeno grupo de atividades provavelmente de engenharia social no WhatsApp”, envolvendo contas que se passavam por suporte técnico de AOL, Google, Yahoo e Microsoft.

A Meta bloqueou as contas após os usuários reportarem a atividade como suspeita e afirmou que não havia evidências sugerindo que as contas de WhatsApp visadas tivessem sido comprometidas.

A Meta atribuiu a atividade ao APT42, um grupo de hackers que se acredita estar associado a uma divisão de inteligência dentro das forças armadas do Irã, conhecido por instalar softwares de vigilância nos celulares de suas vítimas. Esse software permite que a equipe grave chamadas, roube mensagens de texto e ligue silenciosamente câmeras e microfones, de acordo com pesquisadores que acompanham o grupo.

A empresa vinculou a atividade do grupo a esforços anteriores para invadir campanhas presidenciais dos EUA — reportados pela Microsoft e pelo Google este mês –, antes da eleição presidencial norte-americana em novembro.

A publicação da empresa não nomeou os indivíduos alvo do ataque, dizendo apenas que os hackers “parecem ter se concentrado em oficiais políticos e diplomáticos, empresários e outras figuras públicas, incluindo alguns associados aos governos do presidente Biden e do ex-presidente Trump”.

Essas figuras estavam baseadas em Israel, nos territórios palestinos, no Irã, nos EUA e no Reino Unido, acrescentou.

Este conteúdo foi originalmente publicado em Meta diz que grupo hacker iraniano mirou contas de WhatsApp de auxiliares de Trump e Biden no site CNN Brasil.

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